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Sanmi, no Riacho Fundo (Brasília, 2012)


Para iniciar o assunto de hoje, gostaria de lembrar de um texto que foi postado no meu perfil do Facebook em 2013 e segue logo abaixo:

A VIDA É BELA... SORRIA!!!

"Meu guerreiro... prepare-se também para receber as "Graças Divinas!" (Minha Mentora Mestra Nada 03/02/2013)

Esta mensagem veio num momento de grande conflito interno e junto com uma orientação carinhosa por parte da Mestra Nada: "Não tome nenhuma decisão até que o sol se ponha!" - Isto foi na manhã de um domingo ensolarado...

Portanto, não tenho do que reclamar da vida. Estou apenas focado nesta "missão especial" que fui incumbido de cumprir e a qual sirvo de forma incondicional... assim sou eu, um eterno aprendiz e servidor da Luz para todas as obras!!!

Nas últimas semanas ocorrem surpresas uma atrás da outra e já nem sei mais o que fazer com tantas alegrias e satisfações que fazem parte da minha vida nesta nova fase...

Acabo de ser novamente um avô coruja... ganhei mais 4 pequenos guardiões da Sanmi... estou num novo emprego... numa nova casa... numa nova vida... 
Depois dizem que sonhos não se realizam!

CORAÇÕES AMADOS,

"Nunca deixem de sonhar... nem percam seus ideais!"

A vida é para manifestar... realizar... 

Compreensão e Amor é tudo o que precisam...

Viver cada dia com alegria... e sorrir...

Há dias ensolarados como há dias tempestuosos...

Há vendavais a cada estação... mas há brisas que acariciam...

São momentos que precisamos saber apreciar...

E isso fazemos apenas com um ato... ser o Amor!

Experimentem, vivam, sintam... sejam!

A Graça Divina é uma abundância dos Céus...

Então,

Saibam aproveitar...

E digam para todos os que os cercam:

"Eu te amo!"

E, o mundo de cada um... vai se transformar!

Paz em Cristo!
Shima.

(Águas Lindas de Goiás/GO. 11/02/2013)


QUATRO ANOS DEPOIS... EM BARRA DO GARÇAS, MT


O texto acima foi postado no meu perfil há quatro anos quando vivenciei momentos de alegrias e também de decepções com muitos conflitos num relacionamento que somente foi encerrado em agosto de 2015, após vivenciar os mais absurdos e bizarros acontecimentos onde ilusões, frustrações, traições e desleadades foram marcantes.

O caso ainda não foi concluído. O que começou como uma amizade terminou na Justiça e nestes 15 meses, luto ainda para alcançar a minha liberdade depois de tantas tristezas em que fui difamado e caluniado numa onda de mentiras incríveis, com cenas teatrais que envolveram pessoas a quem devoto o meu afeto e amor, fazendo-as ficarem contra mim.

Estava no início de 2013 vivendo uma das maiores alegrias de minha vida, pois havia assumido o meu cargo no serviço público depois de passar num concurso em que conquistei o 11º lugar na disputa de 44 vagas entre mais de 3 mil inscritos nas provas.

Fiquei 33 anos fora de salas de aulas e nem me lembrava mais o que era sentar numa carteira escolar. Foi uma sensação nostálgica e ao mesmo tempo desafiadora, pois todos os inscritos eram jovens estudantes e veteranos em concursos públicos.

E também havia mudado para a cidade de Água Lindas de Goiás, para ficar próximo ao meu local de serviço enquanto o relacionamento que mal havia começado, tinha terminado, ocasionando então naquela época de conflitos, a mensagem que a minha mentora espiritual me enviou e postei no início deste artigo.

E quando mestra Nada disse: "Não tome nenhuma decisão até que o sol se ponha!", isso se relacionava ao fato de que receberia uma resposta e esclarecimento sobre o caso que estava gerando tantos conflitos na minha vida e estava também sendo analisado no Tribunal do Conselho Cármico, para onde o caso tinha sido levado.

A única determinação que me sustentava naqueles momentos de turbulências era a recomendação do comandante Ashtar que em janeiro daquele ano havia dito: "Prossiga na Missão guerreiro!" e depois, amorosamente complementou: "mesmo que seja sozinho", assim soube que deveria seguir adiante. Os alertas Dele sempre foram pontuais e factíveis.

Então, resolvi seguir as orientações da minha mentora espiritual, pois tem sido Ela a minha instrutora desde a época do Japão e em quem sempre confiei plenamente. Muitas vezes suas recomendações pareciam incompreensíveis, mas seguia firme no meu comprometimento que assumi junto a Ela. E jamais em momento algum me arrependi de ter feito isso, pois salvou minha vida em várias situações e evitou danos no meu corpo físico, emocional e mental nas ações preventivas que promoveu.

Enquanto tudo ia fluindo na minha vida, veio dela a comunicação de uma graça divina que recebi através da Sanmi, já que a própria Sanmi foi um presente pessoal dela para me fazer companhia. A alegria de ver os 4 filhotes inundou meu coração de alegria com momentos emocionantes de ser um "avô" no bom termo da palavra. Quando nasceram, a própria Sanmi foi me buscar no quarto para conhecer suas criancinhas e seus olhos brilhavam com tamanha felicidade e orgulho.

Mas poucas semanas depois, a Sanmi misteriosamente desapareceu. Depois de 3 dias ausente e tendo procurado por ela por todas as casas, na vizinhança toda e nos matos em volta do condomínio, senti-a distante. Então, a minha suspeita foi de que a Sanmi tinha sido levada para o Ceará, com a mudança de uma família que morava bem na frente da minha casa. Minhas lágrimas somente eram suavizadas pela atenção que dedicava aos seus filhotes.

Os gatos são verdadeiros guardiães e o único que sobreviveu nas batalhas umbralinhas, foi o que se chamava Mel e me acompanhou na última mudança para o que viria a ser o NA (Ninho das Águias) a sede da Grande Missão. O Mel morreu envenenado 2 anos depois e seu último suspiro ocorreu nos meus braços quando estendeu as patinhas, me olhou bem nos olhos e disse mentalmente: "Sinto muito não ter conseguido, estou indo... amo você!". 

Assim como a Sanmi, o Mel foi um companheiro inseparável, brincalhão, esperto, atento e um guerreiro. Estava sempre a fazer suas rondas em volta da casa e me alertava sempre que os perigos rondavam o NA. À noite passeava, saía para namorar, voltava tarde da madrugada e ainda me chamava para abrir o portão. Saltava para poder descer pelo muro, que mesmo alto era fácil para ele, mas não conseguia escalar na volta e então ficava lá na calçada ao lado do portão, me chamando com seus miados. Sabia que era ele, assim me levantava da cama e ia abrir a porta... era divertido, me olhava sem graça, roçava nas minhas pernas como se estivesse agradecendo e ía dormir.

Logo que nos mudamos para Barra do Garças, a mestra Nada avisou que teríamos uma surpresa. Devíamos adotar 3 gatinhos. Foi bem explícita: "3 gatinhos" e que saberíamos na hora, quem eles eram. E isso aconteceu de uma forma muito interessante... A Mestra surgiu e nos avisou que deveríamos buscá-los naquele instante... então a Renata escreveu para uma amiga que havia acabado de conhecer e logo foi orientada onde poderia buscá-los, era um abrigo. Ao chegar lá, conseguiu identificar apenas 2 deles. O terceiro chegou mas não se adaptou, chorava muito como se sentisse falta da mãe, por isto foi levado de volta à companhia da mãezinha dele.

E assim começa a nossa história com estes três guardiães...
A Ariel é uma gatinha pretinha com apenas um olho... e foi paixão à primeira vista. Logo que ela e a Corujinha se entreolharam, se apaixonaram completamente... O Charles foi minha escolha pessoal, pois era da mesma raça que da Sanmi, além de me lembrar do gatinho que tive em Alto Paraíso de Goiás, tinha o mesmo nome e marquinha no nariz que deu origem ao seu nome também.

O Larito, teve uma história especial, a Renata estava em casa, piscou e o visualizou... quando fomos levar o gatinho de volta à mãe dele, a Re decidiu procurá-lo. Pegou um no colo e ficou em dúvida, mas logo em seguida o encontrou, colocou no colo, olhou bem nos olhos e não teve dúvida... então descobrimos que ele havia acabado de chegar. 

Estava doente e fragilizado, olhava para nós de forma tímida e receosa e a Renata não teve dúvidas... era ele, o Larito! O gatinho que ela visualizou quando conversava comigo e piscou os olhos. Lembro que ela disse: "Amor, que estranho, estou vendo um outro gatinho, será que ele virá morar conosco?" naquele momento ainda nem sabíamos que o outro pequenino não se adaptaria a nossa casa... e assim começou este reencontro.

Cuidamos dele com tanto carinho que se recuperou rapidamente, sempre brincando com muita alegria, se integrou de forma maravilhosa a casa, como se já conhecesse cada detalhe. O seu jeito de brincar, pular, andar e correr e até o jeito de chegar em mim, começaram a me lembrar do Mel e a Renata, a lembrar de um gatinho que ela teve e se chamava Tiquinho. Somente esta impressão, já nos confortava, mesmo que o olhar do Larito dizia que éramos bem conhecidos.

Um dia, com a Renata conversando com o Larito mentalmente escutou: "Eu sou o Mel, o que o Shima lhe contou!" , ele tem um jeito de sorrir que é incrível! A Renata em lágrimas veio correndo me contar o que havia ouvido. Depois disto não tive mais dúvidas. Era ele sim! E juntos novamente, a vida estava mais divertida, alegre e marcada por grandes aventuras.

A volta da Sanmi


A razão deste artigo foi que a saudade da Sanmi vem mexendo muito comigo ultimamente, mas como a mestra Nada nos avisou que haveria um 4º gatinho a ser recebido no NA/BG, decidimos aguardar o momento certo para este novo acontecimento. E, desde o final de Novembro, a Renata começou a visualizar um gatinho no NA (no plano mental)... Na última semana, me falou sobre isto algumas vezes.

E foi nesta manhã, após um bate papo entre a Renata, que recebemos a visita inesperada de uma consciência felina. A Renata me alertou imediatamente: "A Sanmi está aqui e quer falar com você!".

Fiquei estupefado com a notícia.

"Vamos lá, quero conversar com ela!", respondi emocionado.

Quando a vi, quase não acreditei... a vi como era ela na primeira vez, pequena, frágil e carinhosa... ela simplesmente me disse: "Oi, sou a Sanmi!" E ao ver aquele olhar tão conhecido fiquei feliz, imensamente feliz e ela simplesmente encostou sua cabecinha nos meus braços e começou a roçar pedindo que fizesse o carinho tal qual gostava de receber quando morávamos na minha quitinete no Riacho Fundo em Brasília.

Ela contou o que tinha ocorrido, e que realmente tinha sido levada pela família que morava na frente da nossa casa. Não sabia voltar... era muito longe. Disse que sentiu muito a minha falta. Falou também que não gostava da mulher que passou a viver comigo na época. 

E quando soube do que havia ocorrido com os filhotes dela disse:
'- Quem envena os gatos morre da mesma forma!' de uma forma bem enigmática. 

Logo após a Renata me explicou que leu em livros espíritas do Marcel Benedetti casos que tratam deste assunto. Que pessoas que praticam este tipo de mal sofrem muito para morrer, sentindo os mesmos sintomas e dores que ocasionou aos animais. Assim, permanecem até o desencarne e o aprendizado acontece.

Depois de algum tempo trocando carícias e afagos a Sanmi, revelou: "Estou voltando!" e disse onde estava. Então, perguntei como havia me encontrado e ela olhou para cima, na direção da parede onde tinha o quadro de Sananda Kumara e disse: 'Foi Ele!' e sorriu.

Simplesmente maravilhoso. Então era a Sanmi que a mestra Nada tinha mencionado que seria o 4º gatinho que deveríamos adotar.

Por isto hoje, estou super feliz.

Tenho passado por situações difíceis, turbulentas e mesmo assim estou superando desafios que jamais imaginei que passaria. E isto tem me fortalecido muito, principalmente na companhia da Renata que tem sido uma esposa, companheira, parceira, em todos os momentos e em especial nos mais tumultuados que temos vivenciado desde que viemos morar nesta cidade matogrossense.

Ser um servidor da Luz é algo que está além mesmo da compreensão humana. A oposição contra a missão crística é um fato. Por isto disse ao meu querido mestre e mentor: "Vou ser crucificado!" e ele tenha me dito: "Já nos crucificaram uma vez, e outra não vai doer!", sinto uma força poderosa que me incetiva e motiva a prosseguir adiante.

A diferença é que desta vez, quando olho para o lado, vejo a Renata e sinto que agora, não estou só.

Em amor e luz,
Gratidão ao Pai e a Mãe!
Shima.
Namastê.

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