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  QUEM SOMOS? O QUE SOMOS? COMO SOMOS?






Saudações Anjos de Luz!!!

Falar sobre lembranças ou memórias de vidas passadas ainda é algo polêmico se neste fato for inserido crenças religiosas ou valores científicos enraizados na cultura e na mente daqueles que se emaranham nas teias dos registros akáshicos. Estes registros são como imensos arquivos guardados em compartimentos dentro do nosso subconsciente, que para mim, localizam-se no corpo etérico e somente podem ser acessadas a partir do corpo mental.

Lembranças em detalhes sobre a minha vida atual é como um rolo de filmes, que uma vez acionadas, trazem recordações como cenas de uma novela viva e real. E nestes casos, o personagem principal sempre será a pessoa que acessar seus próprios registros. Os atos inconsciente, momentos de introspecção, exercícios de contemplação, uma meditação interna bem serena... tudo isso, leva a acessar estes registros “mágicos”.

A primeira experiência intrigante que vivenciei nesta vida atual sobre experiências além de uma reencarnação, aconteceu ainda na adolescência durante as aulas que considerava monótonas e então, para me distrair, ficava rabiscando uns desenhos com paisagens soltas que com o passar do tempo, iam se completando e formando um quadro interessante e revelador. Eram imagens de um lugar que me traziam sensações de paz, admiração, harmonia e reflexão. Era como estar lá sentado e admirando a paisagem ao vivo.

Com o passar dos anos, pelo fato da mesma imagens estar sempre se repetindo de forma até inconsciente e estar constantemente nos momentos de conflitos internos, redesenhando sempre aquela paisagem, isso começou a causar muita curiosidade, porque na adolescência estudava e pesquisava muito os temas sobre psicologia e a psiquiatria, tentando desvendar os mistérios sobre vidas passadas.

A princípio comecei a buscar aquelas imagens em revistas, guias de turismos com fotos de todos os lugares possíveis que pudessem se encaixar naquelas visões. Mas todas as fotos ou imagens eram diferentes e nada simbolizava que os desenhos existissem de fato. A visão era clara. Era mar aberto... tinha penhascos... vegetação diferente de tudo o que já tinha visto, árvores com seus galhos frondosos e as folhagens inesquecíveis. Os detalhes eram variados entre pedras, pedregulhos, rochas, tipo do solo... e uma infinidade de sensações que cada visão despertava no meu inconsciente.

O quadro era claro e nítido. Para mim existia em algum lugar neste planeta. Onde? Talvez jamais descobrisse isso. Então resolvi deixar isso de lado e prosseguir na minha vida como qualquer ser encarnado. Viver a vida. Entre sonhos e imaginações a realidade era bem visível para mim, ainda mais que na fase da adolescência iniciei uma nova caminhada através da descoberta de com a projeção do corpo astral e tudo eram novidades incríveis para minha cabeça na época.

Somente 20 anos depois das primeiras pinceladas a lápis sobre aquele desenho curioso é que fui parar no Japão em 1990. E cinco meses depois de estar naquele país, fui convidado a conhecer a província dos meus antepassados, a Ilha de Okinawa. Era até um sonho conhecer este lugar, mas não havia expectativas além da curiosidade pura e simples em ver como era o povo daquela ilha, e conhecer os parentes mais próximos que viviam lá.

Foi apenas no dia seguinte à minha chegada naquela ilha perdida no meio do mar de frente para o Oceano Pacífico que quase caí de costas, pelo susto que tive ao subir uma encosta para ver a ruína de um antigo castelo. O coração disparou, minha respiração parou momentaneamente, tremia intensamente e sentia o suor escorrer pela corpo e a pele ficar arrepiada de tanta emoção. Era como se tivesse aterrissado naquele desenho da minha adolescência. A visão estava bem ali, diante dos meus olhos... tal qual havia desenhado... apenas em cor... um colorido que não conseguia expressar... mas sentir. E sentia a brisa tocar meu rosto, inebriava-me com o aroma que inundava minha alma naquele momento, o cheiro inesquecível de um tempo perdido no tempo.

Avancei pelo terreno com meus passos trêmulos, garganta seca e lágrimas no olhos. Os detalhes do chão onde pisava, a relva, as matas em volta, as pedras... aquelas rochas... e, as árvores! Toquei numa árvore, acariciei seus galhos enrugados e suavemente deslizei meus dedos sobre as folhas... um passado estava agora presente naquele instante... um não-tempo se estabeleceu no meu consciente, na minha lucidez via tudo se conectar.

Sentei na relva e olhei para o mar aberto, vislumbrei a praia... e os penhascos!

O que ocorria comigo naquele momento era indescritível. Era transcendental. Era apenas sentir, sentir, sentir... e chorar de emoção.

Ninguém mais, nada mais, nenhum especialista cético, jamais poderia mudar a verdade que via bem diante de mim. Eu havia vivido ali, naquele lugar, naquela região, naquela ilha. E estava de volta. Como se voltasse para casa após uma longa viagem. Uma certeza começou a brotar dentro do coração. Estaria naquela ilha a resposta por tantas questões que havia ainda na minha vida? Poderia obter essas respostas? Estaria pronto para as revelações?

Uma semana depois retornei ao continente e prossegui na minha jornada naquele país e também deixei as minhas inquietações de lado por um tempo, enquanto a vida nas fábricas japonesas tomavam rumos inesperados devidos aos acontecimentos surpreendentes que ocorriam comigo, levando-me sempre a uma direção: para a região central do Japão.

Um fato marcante após o meu retorno da Ilha de Okinawa foi que dois meses depois, protagonizei um evento surreal e extremamente transcendental. Desencarnei. A minha morte naquela época estaria ligada a uma visão antes de sair do Brasil? Pois antes de entrar no Boeing estacionado no Aeroporto de Guarulhos em São Paulo, ao olhar para trás, tive a intrigante visão de não voltar mais para casa, para o Brasil. Não me deixei envolver nesta visão e procurei desligar isso da minha mente. Embora todas as visões que tive ao longo da vida até aquele momento se concretizaram, inclusive aquela viagem para o Japão.

Quando me trouxeram de volta para o corpo físico, com a ajuda de um mestre japonês muito conhecido por lá e que havia falecido em 1955, foi que desencadeou uma longa peregrinação em solo japonês para entender o que tinha ocorrido comigo. E ainda mais que 7 meses depois fui convidado para conhecer o solo sagrado construído por este mesmo japonês que havia me “ressuscitado” e que, se tornaria o meu guia espiritual durante os primeiros anos vividos naquele país do Sol Nascente.

Foi através deste mestre japonês também que conheci de forma consciente durante uma projeção, a primeira cidade espiritual que tive conhecimento lúcido. E foi dele as primeiras instruções sobre a vida lá no plano espiritual e os significados dos rituais existentes no plano terreno que se interligam e fazem a conexão dentre um mundo e outro. Mostrou-me e ensinou-me como naquele país é feito os resgates dos seres desencarnados. E foi dessas lições que comecei a participar e até fazer pessoalmente os resgates e socorros de seres desencarnados em que as curas eram feitas sob a assistência e orientação direta dele. Toda a minha vivência ao lado deste ser de luz foi um dos aprendizados que se tornaram as pérolas que traria dentro do baú em minha peregrinação naquele país.

Durante toda a peregrinação espiritual em solo japonês, jamais a mesma pessoa que 16 anos atrás havia partido do Brasil, poderia retornar para casa do mesmo jeito de ser após tantos acontecimentos e ocorrências surreais ou transcendentais, cujas experiências foram em muitos casos testemunhados por pessoas que estiveram do meu lado e mesmo céticos, presenciaram os vários fatos que sempre narrei sobre a minha jornada do outro lado do planeta.

Foi também ali, durante esta caminhada que muitas de minhas vidas passadas foram reveladas, principalmente as vividas em solo japonês. Uma apenas me intrigava, mas os meus mentores diziam apenas que não era o momento disso ser revelado e que deveria ter paciência. “Dar tempo ao tempo!”, foi uma das últimas instruções recebidas do mestre japonês quando se despediu de mim. O questionamento referia-se à Ilha de Okinawa e à descoberta que tive lá com os desenhos das minha adolescência.

Conformado, pois confiava plenamente nos meus mentores e na instrução pessoal do meu amigo e mestre japonês, prossegui na minha peregrinação até depois de retornar ao Brasil e, somente no final de dezembro de 2006, a verdade sobre a minha última vida foi revelada de forma clara e direta e veio através de um psicólogo com quem havia marcado uma consulta pela primeira vez desde que havia colocado os pés no Brasil. Este especialista confessou-se espiritualista depois de alguns minutos se apresentando para mim e durante a sessão de análise, avisou-me que “queriam” falar comigo e de súbito, um ser se manifestou através deste psicólogo.

As revelações foram sendo feitas conforme ia compreendendo os passos que me conduziam durante a sessão. E a que mais chocou foi a revelação sobre a última encarnação e que havia sido vivida em Okinawa e mais surpreendente ainda, havia suicidado nos instantes finais da Segunda Grande Guerra, como o comandante das tropas naquela Ilha, após a derrota iminente.

Esta última revelação, foi feita após uma sessão em que minha consciência física foi preparada através de questões apresentadas por este ser que se manifestou naquele psicólogo e quanto, disse que me sentia pronto, a verdade foi colocada diante de mim. Com isso nos dias seguintes, percebia que os traumas e medos... pânico ao ver sangue... e sensações de depressão após fracassos na vida, simplesmente começaram a se desvanecer na minha rotina diária.

O foco da minha visão de vida tomou outro rumo totalmente novo e mais harmonioso. A compreensão de tudo o que ocorria comigo e na minha existência atual começaram a fazer mais sentido e uma nova busca se iniciou após essas revelações. E uma das questões que insisti muito nas respostas era do porquê havia renascido num mesmo corpo okinawano. A resposta que veio foi revelador: “deveria dar continuidade na missão como guerreiro!”

E na maioria das vidas passadas em que reencarnei neste plano terreno, ficava intrigado por estar sempre encarnando de alguma forma num corpo de guerreiro com missão específica. E como um ser elevado disse certa vez: “Toda a tua passagem neste planeta está registrado nos livros que falam das suas civilizações. Procure e encontrarás a tua marca e a tua história nestes livros!”. – “Todas?”, perguntei. – “Sim. Todas.” Foi a resposta.

E recordando das revelações feitas em solo japonês sobre minhas passagens por lá, nada mais poderia me surpreender e então, procurei compreender a minha longa jornada neste planeta e quais os propósitos de cada missão numa vida física, e como terminei cada existência. Ao alinhavar um período encarnado como alma guerreira, o tempo linear abarcou um período de aproximadamente 28 mil anos. E os últimos três mil anos foram marcantes e decisivos dentro de uma grande missão em que estava envolvido desde então. Principalmente os dois mil anos até esta vida atual.

É como carregar uma biblioteca que mais parece um museu ou “elefante branco” de tantas informações, registros e dados arquivados. Um cérebro físico não é capaz de armazenar tantas informações, mas o nosso corpo mental é capaz de acessar essas informações que estão contidas em nosso corpo etérico, cujo veículo é como uma matriz onde todas as nossas experiências humanas na Terra e em outros planetas e até em outras dimensões estão gravadas e arquivadas.

Depois, é só conectar com seu campo mental e entrar em sintonia e sincronização com o campo etérico e acessar esses registros. Virão como imagens vivas, cenas dos quais nunca teve acesso nesta vida e também perceber-se-á as sensações em qualquer nível de experiência, como se fossem tão reais que ficarão registradas no cérebro físico de forma mais consciente. Com o tempo é comprovar tudo, juntando os fatos como pequenos fragmentos ou peças de um grande quebra cabeças.

Neste processo de alinhavar tudo, há que se atentar para cada fase ou etapa de uma existência humana e como entender cada agenda programada para cada vida no plano físico. Nada é aleatório ou casual e sim, uma agenda de vida. Uma missão. Não importa a simplicidade ou a grandiosidade desta agenda, pois cada processo tem a ver com uma evolução pessoal, grupal, familiar, nacional ou planetária. E é certo que uma jornada terrena é compactada para que a própria consciência física não tenha danos e sim, um crescimento constante. Por isso, cada encarnação abrange uma agenda que pode ser de “férias” para descanso ou refazimento e até de ajustes cármicos, para depois se envolver em questões maiores ligadas à raça humana a nível planetário.

Na questão global é que uma alma se envolve numa missão espiritual, porque na experiência individual é apenas o caminho do aprendizado e treinamento, cujos passos são extremamente disciplinadores como lições de vida. A cada patamar ou degrau que sobe mais responsabilidades é destinado à personalidade que encarna na Terra. Tudo na vida é uma espiral ascendente. Essa é a geometria da criação e da evolução universal.

Tem sido através das regressões que encontrei minhas próprias respostas para esta existência conflituosa, marcada por ocorrências bizarras e surrealistas que estão registradas por todos os lugares em que aconteceram. Com fatos e testemunhas. Mas o óbvio nem sempre é aceito como prova, já que a negação para a verdadeira realidade da vida tem sido imposta desde a nossa infância em níveis de valores, crenças e dogmas, que não podem ser superadas a não ser que ocorra um renascimento naqueles que buscam o reencontro com sua alma e a sua espiritualidade.

E parte dessa missão que abracei há 28 mil anos vêm sendo cumprida hoje. Como complementação desta missão, tem sido criados grupos de estudos, pesquisas que envolvem o conhecimento e a prática sobre os procedimentos de cura, operações resgates, acesso aos registros akáshicos e outros temas como terapias de vidas passadas, ufologia, conscienciologia e projeciologia, onde revelações e práticas são vivenciadas por todos.

E nisso, possam responder por si mesmo: quem são, o que são e como são!

A questão chave será sempre essa: “Por quê?”
A resposta virá.

Vamos focar nossa atenção interna de forma consciente nas soluções que existem na nossa vida, pois sabemos que problemas são rotineiros, então é aconselhável visualizar sempre o lado positivo e com isso atrair os benefícios que a graça divina concede a todos. Se problema há, solução há!


A mente negativa gira a todo instante em torno do problema em si, que na verdade são apenas efeitos, por isso alimenta e potencializa a negatividade e a extensão da situação. No caso de mente positiva, a observação do problema leva à causa e encontrando a causa, a solução fica evidente bastando apenas a tomada correta de atitudes. Nada mais que isso. Tudo na vida é simples e prática. Nós humanos é que gostamos de complicar, para dar mais emoção à vida monótona e vazia, criando assim a novela e o circo. A ilusão é isso, acreditar na mentira que venderam a nós por tanto tempo. Mudar isso? Somente se acordar de forma consciente, pois a mente desperta não vive no mundo dos sonhos!


As doenças são sintomas em si mesmo criados, portanto, toda a criação humana é possível de se curar a partir da própria conscientização de suas causas, nada mais que isso! Pensem nisso e reflitam! 


Permaneçam na Paz eterna!
Em Amor e Luz,

Shima.

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