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Como os Lírios do Campo!...


Uma carta de gratidão...

As demonstrações de carinho e apoio após a comunicação da Céliah sobre a minha condição de saúde, que se encontrava abalada, e impediu o nosso encontro neste domingo, causou uma comoção profunda na minha alma e decidi escrever esta carta pessoal de agradecimento a todos vocês queridas Águias!

Realmente, por muitas vezes antes de iniciar um estudo com vocês, tenho recebido uma série de ataques e bombardeios energéticos que me jogavam na cama, onde mal conseguia me levantar de tantas dores e desconfortos que eram causados pelas incessantes ondas de energias negativas que tentavam a todo custo impedir o propósito divino.

E todas as vezes, no último instante a poucos minutos dos inícios dos trabalhos, conseguia sentar diante do computador, e interagir com os nossos grupos de encontros e estudos. Tem sido maior as interferências negativas antes das nossas reuniões no Grupo  Comando Ashtar, porque o objetivo destes estudos é desenvolver a difusão da Nova Consciência Planetária.

Então, neste domingo – dia 03 de agosto – era um dia muito especial para mim, pessoalmente, porque sentia-me plenamente realizado após várias conquistas e vitórias sobre as adversidades, conflitos e investidas fulminantes sobre a Grande Missão, por parte da Fraternidade Negra e suas falanges trevosas, em cujas fileiras se encontram os mais perversos magos negros.

Tem sido com estes “magos negros” que tenho me defrontado em todas as frentes da Grande Missão. Além deles, os combates se estenderam ao longo dos meses - desde que estes trabalhos tiveram seu início em maio do ano passado – contra as forças alienígenas e as organizações ocultas mantidas pelo governo sinistro que atuam contra os Trabalhadores da Luz em todo o planeta.

A cada etapa vencida, vinha a reação devastadora por parte dos irmãos negros que causavam verdadeiros “tsunamis” na minha vida pessoal, física, profissional e financeira. Desde acidentes “sobrenaturais”, passando por conflitos interpessoais surrealistas e inexplicáveis, e alcançando a esfera financeira e profissional. Situações cômicas na maioria das vezes e outras sinistras eram constantes, e praticamente diárias.

As perdas foram em todos os níveis e aspectos, levando a ter que vender o meu próprio carro pela metade do seu preço, para solucionar os danos causados em outras situações bizarras. Entre “trancos e barrancos” cada etapa foi superada com sorrisos e risadas, já que eram difíceis de acreditar que tais situações pudessem acontecer da forma como ocorriam a todo instante, não dando nem tempo para se respirar, e muito menos para chorar.

A única certeza que carregava era o apoio total que recebia do próprio Ashtar, desde o dia em que Ele me disse amorosamente: “Tudo o que tiraram de ti, será restituído. Prossiga firme na Missão, estaremos sempre contigo”! E isso foi no final de 2011.

Depois disso, já no início de 2012 recebi a liberdade de poder ir e vir, quando recebi a alta médica, comprovando que não havia nada de errado comigo, desde que fui “internado” num Instituto de Saúde Mental, por diagnósticos forjados em mentiras e confusões. O rótulo de “doido” simplesmente desvaneceu-se. Foi a minha maior alegria, já que vivia esse pesadelo e inferno desde 2008.

O ano de 2012 foi marcado por outras situações bizarras e surrealistas. E entre altos e baixos, foi o ano de maior atividade na minha vida no sentido mais profundo da jornada terrena pois cheguei ao fundo do poço, no aspecto emocional e por outro lado, resgatei a minha essência mental e espiritual, fazendo a minha plena conexão e comunhão com o meu Eu superior.

Então a partir daí, poderia dizer que a Grande Missão começou, já que no dia do meu aniversário daquele ano foram iniciada as aberturas de vários Portais de Luz, em Goiás e que, nem imaginava a sua ligação futura com a Europa e mais especificamente com Portugal, de onde viria a maior e mais surpreendente revelação de toda a minha vida: a realidade de alguém que mudaria toda a história da minha missão e que nada mais era do que o meu próprio complemento divino.

Quando aceitei um compromisso pessoal com o meu querido Mestre, no fim de setembro, para conduzir a Grande Missão, jamais imaginava que a mulher do outro lado do Atlântico seria a minha parceria constante nesta parte da missão, que havia assumido e que ela, carregava a outra senha para ativar a Teia Crística sobre o nosso planeta, conforme a visão que tinha sido me mostrado em fevereiro de 2005, por Ele.

A partir da revelação de quem era ela, a Grande Missão começou a dar seus próximos passos na direção de sua concretização terrena, com as abertura de todos os Portais de Luz em Portugal. Entre os dias 12 de outubro até o dia 13 de novembro foram concluídos todas as tarefas naquela nação irmã, e dois dias depois a Celiah desembarcava em Brasília.

Iniciou-se uma intensa peregrinação espiritual na sua sua missão individual, fazendo uma maratona incrivelmente marcada por grandes revelações, que se estenderam por 70 dias entre Brasília, e o interior de Goiás, cumprindo todas as etapas do seu processo de limpeza, purificação e sutilização e neste meio tempo, também abrindo e ativando vários Portais de Luz no locais sagrados que cobriam o Grande Quadrilátero Goiano.

Mas não foi uma tarefa fácil e tranquila como se poderia imaginar, e sim marcada por uma ferrenha perseguição por parte dos irmãos negros que a cada dia, lançavam ataques e bombardeios energéticos contra ela, chegando muitas vezes a desestabilizar o seu equilíbrio psico emocional, causando-lhe intensos conflitos interiores, e momentos de extrema dor, cujos sofrimentos deixavam marcas profundas na sua alma guerreira.

Muitas vezes, sem condições físicas, abaladas pelas constantes investidas, ela ficava dias seguidos, inerte na cama sem poder se mexer, ou se levantar. Chorou dias e noites em tormentos dilacerantes. Vivenciou noites escuras e tenebrosas que levariam qualquer trabalhador da Luz desatento e despreparado, a desistir de sua missão. E ela, prosseguia.

A Céliah no primeiro  ano, desde que havia chegado ao Brasil, não teve um dia sequer que pudesse dizer que estava bem consigo mesma. A cada investida trevosa, via o seu mundo pessoal ruir. Suas documentações de permanência aqui, neste país que tanto sonhara um dia conhecer, iam perdendo suas validades, e o tempo foi passando através dos vendavais que varriam todas as suas possibilidades. Ocorrências bizarras, e absurdas aconteciam com frequências assustadoras.

Até que chegou o dia fatídico e o seu pedido de visto foi indeferido pelo governo brasileiro. Nesta sistuação, teve o prazo de 15 dias para deixar o país, e no dia da apresentação na Imigração brasileira, ela fez uma escolha arriscada, trazendo de volta a sua garra e coragem assumindo uma posição que contrariava todas as nossas esperanças, viver ilegal no Brasil. E durante cinco meses suportou em silêncio a sua nova situação constrangedora, mantendo firme o seu compromisso no serviço, e na dedicação à Luz.

Era impossível alguém perceber ou saber o que se passava no seu interior, com a saudade dos seus entes queridos, que tinham ficado do outro lado do Atlântico, e da falta que sentia da sua terra natal. Se voltasse para Portugal, ficaria impedida de retornar ao Brasil por muito tempo, já que havia infringido a lei de imigração, e se fosse presa, seria deportada. Até passar pelo risco da humilhação, a Celiah aceitou arriscar, já que a sua missão estava acima de qualquer desejo ou vontade, e ela tinha a consciência de que a sua missão era no Brasil.

Foram longos meses, difíceis de descrever em sua intensidade e no seu sofrimento, mesmo tendo que desenvolver seus trabalhos missionários tanto no Brasil quanto em Portugal, através das suas habilidades natas na divulgação da Grande Missão. Foi sempre ativa e teve iniciativa de assumir compromissos muitas vezes, impossíveis de serem realizadas em tão curto espaço de tempo. Mal dormia, e virava madrugadas adentro para colocar todas as atividades e programações em dia.

Após o Grande Chamado aos Trabalhadores da Luz em maio do ano passado, a vida dela virou do avesso, e mal tinha tempo para cuidar de si mesma, e foi nesse ritmo que ela ultrapassou todas as barreiras impostas pela vida e pela legislação brasileira. Não podia exercer nenhuma atividade profissional por estar na ilegalidade, e se sujeitou nessa situação tentando de todas as formas, suprir suas necessidades pessoais, profissionais e intelectuais de forma maravilhosa. Fez conquistas e alcançou o respeito e admiração de muitas pessoas que passaram a conhecê-la diretamente.

Os sobressaltos em sua vida ocorriam dentro da Grande Missão, quando os reveses se abatiam sobre a sua cabeça, desestruturando seus sonhos, ideais, e afetando a sua intimidade como mulher e missionária. Se as decepções e contrariedades ocasionadas por ataques desferidos por nossos irmãos negros não a derrubavam, pelo menos a fazia se conscientizar cada vez mais da sua missão, e do caminho que tinha escolhido percorrer em terras brasileiras.

Eram frequentes os conflitos entre nós durante estes ataques no meio de intensos bombardeios energéticos, e até das ondas mentais para desequilibrar a nossa relação pessoal, emitidas pela Fraternidade Negra. Também eram atordoantes os confrontos contra a magia negra que a todo instante eram destinadas para implodir a nossa ligação espiritual, e de casal. De tão sinistras e aterradoras foram estes ataques, que só conguíamos ajuntar os “cacos” depois que o vendaval se desfazia.

E durante nossos trabalhos dentro da Grande Missão, fazíamos de tudo para esquecer as desavenças surgidas destes conflitos ilusórios, e prosseguíamos sempre nos trabalhos programados para serem feitos no regime de urgência. A cada tarefa cumprida, já vinha outra missão a ser feita. O silêncio entre nós permanecia, na maior parte do tempo enquanto durava uma etapa para ser executada. A missão estava acima de qualquer rancor ou mágoas deixadas como rastros pelo pelo lado oculto da escuridão.

A presença constante da Mãe Maria criava o espaço para a reconciliação. A atuação diária da nossa mentora, mestra Nada, com suas orientações, e a condução das nossas tarefas, amenizava as dores existentes em nossas almas, fazendo-nos esquecer dos conflitos, que também eram deixados de lado, para terminar nossos serviços já programados. O amparo do querido comandante Ashtar, e a sua proteção durante estes infindáveis ataques, dava-nos a segurança para continuar, mesmo que nossas forças se esvaíssem a cada investida trevosa.

O apoio e o carinho do querido Mestre era decisivo para nos levantar e prosseguir. Ele nos guiava a todo instante pelos caminhos pedregosos e cheio de armadilhas venenosas e fatais. Ao longo de todos esses percursos, íamos criando as linhas de defesa para a nossa sobrevivência, que se fortaleciam cada vez mais, e nos davam mais confiança e firmeza na segurança mútua. Eram difíceis estes momentos dos ataques, porque eram desfechados durante os momentos de fragilidades ocasionados por cansaços, estresses e preocupações.

As vezes faltava de tudo em casa e até condições financeiras para pagar as contas. As ocorrências de situações danosas complicavam sempre os nossos planos de estabilização econômica. Isso foi fato desde o início do nosso relacionamento e do momento em que começamos a atuar junto na Grande Missão lado a lado. Sobrevivemos em todas as tempestades. E mesmo “molhados” e “sangrando”, acabávamos rindo de nossas situações desastradas, transformando nossos sorrisos em “lava-jatos”, para limpar nossas almas impregnadas de resíduos contaminadoras e transformá-las em verdadeiras esferas de Luz.

A nossa consciência desperta produzia soluções incríveis, para dois seres humanos limitados em suas manifestações físicas e terrenas. As condições precárias muitas vezes, poderia desanimar ou desmotivar, mas para nós eram molas propulsoras que nos empurrava adiante, mesmo que o abismo fosse extenso. A cumplicidade entre nós se desenvolvia a cada investida trevosa e mesmo que muitas vezes isso soasse duvidosa ou contraditória, era uma realidade inegável. A maturidade ia se consumando dia a dia, mês após mês.

Dos grupos iniciais, poucos restaram após tantos ataques e incontáveis combates entre as forças da Luz e das Trevas. Surpreendentemente, novos reforços chegavam a todo instante recompondo a formação existente e, em nenhum momento, o apoio e amparo deixou de existir por parte dos nossos mentores, mestres e guias espirituais. Essa renovação prosseguiu pelos meses seguintes até o desfecho final ocorrido em maio deste ano, quando completávamos o primeiro ano do grande chamado aos Trabalhadores da Luz.

Durante dois meses, lutamos dia e noite para não ver a Grande Missão se desfazer com as baixas que ocorriam em nossas fileiras dentro do núcleo que sustentavam os alicerces dos nossos trabalhos. Nos combates contra os três grupos que declararam a guerra total contra nós, estavam envolvidos a fraternidade negra, a força alienígena e as organizações do governo sinistro atuantes nos planos astrais. As deusas guerreiras foram sucumbindo uma a uma. Não havia como reverter a situação das perdas por causas das nuvens ilusórias lançadas no nível mental. Foram fatais.

A atuação decisiva ocorreu pela interferência direta do querido Mestre, que evitou a queda do Conselho das Doze, com a convocação das novas guerreiras para sustentar os planos da Grande Missão, tornando-se as bases da nova etapa desta Grande Missão que ganhou um imenso fôlego, advindo não somente desta renovação como também da reestruturação de toda a organização interna da Grande Missão.
 

Foi também com a atuação direta do querido Mestre  impediu a queda iminente da Céliah, nos últimos ataques contra o seu corpo mental, revelando de vez, as causas que ocasionavam as frequentes brechas para os ataques dos magos negros, contra a sua estrutura psíquica e emocional. E foi Dele também, a orientação de como agir, atuar e curar a fonte de todo o mal que era infligindo nela, por um espírito obssessor de uma mulher maligna, que havia se tornado a sua inimiga mortal em várias vidas regressas.

A ação desencadeada pelo Conselho das Doze, em conjunto com vários guias espirituais e o amparo do comando Ashtar em várias frentes, foram decisivas para encerrar de vez, todas as ondas de ataques com a eliminação e captura de todas as fontes de onde se originavam os ataques contra a Céliah, libertando-a definitivamente, das dores infligidas pelo lado negro da força oculta. Esta foi a maior vitória após o evento da Cerimônia da Teia Crística. O resgate da Céliah.

No ataque deste último domingo, dia 03 de agosto, que ocasionou o cancelamento do encontro no Grupo Comando Ashtar, no qual fui abatido de forma contundente, deve-se a este resgate da Céliah. Os confrontos com o lado negro ressoaram fisicamente, causando danos tanto no meu corpo físico quanto no da Céliah, mas no final, sobrevivemos. E vencemos.

Por isso, a necessidade de escrever esta carta de agradecimentos do meu reconhecimento pessoal, e da parte da Céliah também, para todos vocês queridas Águias, que mesmo na confusão que se estabeleceu diante de todos, ainda assim, permaneceram firmes, e confiantes na atuação da Luz, doando o Amor sublime nos momentos dramáticos, que quase terminaram em tragédia, e culminariam numa separação irreconciliável entre dois complementos divinos.

Amanhecemos nesta segunda-feira, completamente restabelecidos, e fortalecidos, e como por magia divina resgatamos algo considerado impossível até pela minha Deusa lá na Sexta Esfera, a libertação da Céliah. Devo isso a todos vocês, queridas Águias que fazem parte do Conselho das Doze, do Novo Conselho das Servidoras, e do Conselho do Comando Águia Dourada, que souberam se unir junto com os membros do Grupos de Estudos Comando Ashtar e nos envolveram na graça protetora da Luz.

Lembro que no início tudo começou com um Conselho formado pela Ala Feminina composta por 12 Deusas Guerreiras e que, hoje, reformulada e renovada, juntou-se a outra Ala Feminina que compõem o Novo Conselho das Servidoras com mais 12 Deusas Guerreiras. Somando a esses 2 Conselhos foi formado também a Ala Masculina com o Conselho Comando Águia Dourada, também com 12 Guerreiros da Luz. Além desses foi reformulado totalmente o Corpo dos Servidores da Luz, que será formado por 144 Servidores da Luz, e que já conta agora com 86 Anjos de Luz.

Na parte externa foram criados 2 grupos fechados, o Portal dos Trabalhadores da Luz, atualmente com 1.612 membros e o Grupo Comando Ashtar, que conta com 649 membros até o momento, onde são desenvolvidos estudos focados no Despertar da Consciência e na Nova Consciência, com encontros nas sextas-feiras e nos domingos, respectivamente.

Nos Grupos internos que contam com cerca de 15 Grupos, 40 Setores de Atividades, várias Salas de encontros e bate papos, uma biblioteca virtual, 2 Espaços para Lazer e Eventos, 2 Templos, 2 Santuários Sagrados. E entre as várias atividades executadas são destacadas, além dos 2 Grupos de Estudos Externos já mencionados, a realização dos Cursos Internos destinados aos Servidores da Luz, que dedicam na Grande Missão e visam ao aprimoramento, conhecimento e para a preparação da 3ª. e 4ª. Iniciação Espiritual.

Entre os Cursos Internos são: o Curso de Treinamentos para Projetores, o Curso de Iniciação, o Curso de Tratamento Espiritual e o Curso de Telepatia. E além dessas atividades são mantidas equipes para executarem as tarefas como a “Grande Operação Resgate e Cura”, a “Missão Paz”, o grupo de “Meditação Ativa”, a “Operação Vôo da Águia”, a “Limpeza Planetária”, grupos de “Doação de Cálices de Luz”, a “Operação Arrastão” e a “Missão Terra”.

Na atividade essencial do Templo da Cura, é mantido o Ritual da Limpeza e Purificação dos Trabalhadores da Luz, e também são desenvolvidos os Procedimentos de Cura e da Assistência Espiritual, em regime de plantão.

Já na área da Divulgação Mundial, é mantido 4 perfis na rede social  com um total de 2.704 pessoas amigas e, com apenas 3 dos 5 blogs criados para a Grande Missão, atingiu-se a marca de 335.278 visitas. E foram criadas duas páginas na rede social para que sejam divulgadas a Nova Consciência de forma independente, que já atingem milhares de Trabalhadores da Luz.

Estes são os frutos de um trabalho que começou timidamente há cerca de dois anos, quando a Céliah me disse: “Vamos divulgar ao público estes trabalhos realizados com os Portais de Luz!”. Confesso, que fui contra essa ideia dela no início, porque sabia das “pedradas” que seriam lançadas sobre nós, e precisamente vindas do lado das trevas. Apenas lhe perguntei se estava pronta para esse desafio. E, ela me respondeu: “Vim para a Missão!”

Então, queridas Águias fica aqui a minha gratidão eterna pelo apoio no momento que mais precisei de vocês neste último domingo, e ofereço carinhosamente a vocês, Anjos de Luz, o fruto dos trabalhos no qual a querida Céliah sempre acreditou, e lutou, e agora venceu! Uma vitória impossível na escuridão que encobria sua alma generosa e guerreira, e hoje aflora como os “Lírios dos campos”!

Em Amor e Luz,
Shima.

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