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Bolhas de luz
© Foto captada na noite de 23/03/2013 - Respeite os créditos




1º - Bolhas de Luz
2º - Bolhas de Luz
 
Indice no final da matéria


Sobre as Aparições das Bolhas de Luz

Corações Amados,

Muito se fala sobre as fotos de Orbs, Sondas, Bolhas de Luz, Naves e, agora o que venho denominando de “Cápsula” - uma nova forma de imagem captada pelas lentes da máquina fotográfica -, são na verdade manifestações de planos interdimensionais que são facilmente fotografadas e, numa situação de “sorte”, podem até serem filmadas.

A nossa visão física consegue através dos olhos verem apenas cores de baixa frequência vibratória que são impressas em nosso cérebro. “A capacidade do olho humano para perceber a luz relaciona-se ao fato das imagens que cada olho envia ao cérebro serem diferentes. Com apenas um dos olhos, a nossa noção é de apenas duas dimensões dos objetos observados: a largura e altura. Com os dois olhos, a noção da terceira dimensão é percebida através da profundidade.”

A luz é medida através do comprimento da onda e da frequência, então sabemos que quanto maior a frequência é menor a distância das ondas. Nisso, entendemos que a emissão da luz (cor) é proporcional à velocidade da sua vibração. Podemos ver com os nossos olhos apenas um fragmento de uma realidade muito maior do que imaginamos.

Assim como é a estrutura do nosso globo ocular, assim também é a máquina fotográfica. A diferença está na capacidade da câmera captar uma maior frequência que o olho humano, por isso as imagens que agora são consideradas o novo “fenômeno” com a aparição das “Bolhas de Luz”.

Embora este evento em si já seja bem antigo, cerca de uma década caso se queira rever as “velhas” fotos que foram tiradas e não conseguíamos compreender que as manchas nas fotografias relacionavam a este “fenômeno”, tão comum nos tempos atuais. O que ocorre hoje são as manifestações destes seres interdimensionais de forma dinâmica e “visível” para os seres humanos.

Já se foram sete meses de pesquisas e estudos sobre essas “Bolhas de Luz” que venho desenvolvendo de forma série e profunda. Centenas e milhares de imagens, testes e experiências em diversos níveis foram feitas, cujos resultados ainda surpreendem. Ainda mais agora que começaram a aparecer objetos “estranhos”, cujas definições, eu resolvi denominar de “Cápsulas”, pois não consegui encontrar outro termo mais adequado.

Idêntico às naves, mas de menores proporções, trazem em seu bojo inúmeros seres que se parecem muito com elementais do fogo. As atuações destes pequenos “extraterrestres” impressionam pelo trabalho que vem sendo executados na nossa atmosfera e no ambiente interno de nossas residências. Fazem a limpeza da purificação, “queimando” os resíduos das toxinas emanadas pelos pensamentos e emoções do ser humano.

No caso em que estou investigando, existe um trabalho conjunto entre as Sondas, as Bolhas de Luz e estas Cápsulas, pois todas elas sempre aparecem juntas. Cada uma delas faz uma determinada tarefa. Algumas Cápsulas se parecem com grades energéticas – malha eletromagnética – com uma função específica. Em uma das ocorrências, serviu como uma “blindagem” em volta do carro que uso nas minhas viagens de peregrinação espiritual pelo interior goiano.

No caso das Cápsulas é um fato recente e ainda estou juntando os fatos e fazendo mais experiências para entender todo o processo em que elas estão envolvidas neste momento da nossa transição. Suas ligações com os Portais de Luz que foram abertos em Portugal é uma realidade, pois foi através de um desses Portais que assisti a “descida” delas no ano passado.

A Oitava Física


Para compreender o trabalho que é desenvolvido com “A nova consciência” é preciso falar sobre a “oitava física” que é a etapa na qual estamos caminhando nestes últimos meses. E quando abordamos este assunto estamos ao mesmo tempo relacionando este processo com a aparição das “Bolhas de Luz”, pois tudo no Universo é uma coisa só e estamos inseridos num contexto que está muito além da própria compreensão que a nossa mente física tridimensional é incapaz de entender.

Para ter uma ideia da complexidade do tema vamos tentar explicar de uma forma que o cérebro consiga processar a informação.

Em nosso plano físico há 7 subplanos dimensionais onde cada divisão é cada vez mais sutil. E todos são dimensões físicas com camadas específicas para manifestar a nossa existência, sendo que um subplano inter-relaciona com os níveis dimensionais do plano astral e mental inferior em que estes possuem também suas 7 subdivisões. Acrescentando aqui que um subplano tem outras sete expressões ou nuances, perfazendo cada plano um total de 49 níveis vibracionais.

Entre um plano e outro há um espaço-tempo que forma uma linha divisória. Este limite pode-se chamar de oitava física e é nesse posicionamento que existe vários portais interdimensionais. Além destes 3 planos há um quarto conhecido como plano etérico e, é na oitava etérica que fica os Templos de Luz. As oitavas interligam um plano a outro e numa “rede” de conexões, chegam a outros níveis existências muito além da terceira dimensão.

No caso do assunto que estamos abordando aqui, sobre as aparições das “Bolhas de Luz”, isto se relaciona ao nível da oitava física. É um campo de alta frequência vibratória. Isto significa que essas manifestações que estão surgindo através das fotografias e filmagens são na verdade um grande processo que as pessoas estão vivenciando nesta etapa evolutiva da humanidade. Um grupo específico espalhado pelos quatro cantos do globo terrestre faz sua jornada rumo às suas oitavas vibracionais.

Portanto, a aparição – incluindo naves e sondas - não é em razão de uma descida (materialização) desses objetos e seres, mas sim que uma parte da humanidade tem alcançado um patamar elevado de vibração que a leva para um nível dimensional onde é possível fazer este “contato” visual. A nossa consciência física é limitada a este plano terreno e o cérebro como receptor físico precisa ser “configurada” para receber essas novas informações.

Um fator que inibe de se ver essa “nova” realidade é causada pela expectativa em forma de curiosidade sem proveito algum de querer que nossos irmãos estelares apareçam diante dos olhos, apenas para satisfazer um desejo do ego inferior. É interessante observar outro aspecto que muitas pessoas não levam em consideração...

A de que a verdade é uma só para todas as pessoas e todas as correntes de pensamentos. Para uns existe o falso e irreal e para outros a certeza e a crença. Devemos lembrar que para os que acreditam nada mais é preciso dizer já que crêem naquilo que seus olhos vêem.

Em outro ponto, os que não acreditam também estão certos, e simplesmente o que ocorre é que os seus olhos não podem ver aquilo que essas pessoas não acreditam mesmo. Essa é a verdade e também estão certos. Se fosse o contrário, haveria inversão de crenças e valores. Cada um vê aquilo que acredita. Se não acredita... é claro que não vê!

Não é ver para crer... é crer para ver.

O caso das “Bolhas de Luz” é algo interessante de se pesquisar em fotos antigas. Por volta do início dos anos de 2001 e 2004, são frequentes essas “aparições” em fotos, apenas que na época por não ser algo “conhecido”, foram confundidas como manchas ou umidades nas lentes e ficou esquecido o assunto. Hoje, muitas pessoas estão remexendo nessas fotos e enxergam agora de outra forma estas “anomalias” que passaram despercebidas.

O evento principal do ano passado – 2012 – relacionado ao despertar em massa da humanidade tem neste fenômeno das “Bolhas/Orbs” o seu foco principal nos acontecimentos que estão ocorrendo atualmente. É parte do processo ascensional a nossa integração com os mundos interdimensionais e isso inclui, o reino dévido, elemental e angélico.

Os seres extraterrestres fazem parte deste processo e são os agentes causadores de várias dessas aparições.

Conforme a nossa consciência vai se elevando e se expandindo, as informações que surgem são mais facilmente absorvidos pelo nosso senso crítico e processados naturalmente pelo sistema cerebral. Então, a capacidade de entendimento é alcançada conforme novos trilhos – rede de neurônios – são construídos na massa cinzenta que se torna maleável a este novo tempo.

A “subida” pode ser longa vista daqui de baixo, mas é uma caminhada suave e gratificante vista de cima. Quem chegou e está lá no topo observa os passos daqueles que vem atrás. Sabe que todos alcançarão o cume daquela montanha. Com persistência, calma e paciência tudo se alcança. Conhecer o limite do corpo é um conhecimento que todo alpinista tem consciência e sabe como aproveitar seus potenciais internos e externos.

Isto, todo o Servidor da Luz deve tomar conhecimento também.

E quando se fala dos nossos irmãos estelares significa que estamos numa escalada rumo ao encontro deles.

E eles estão... na oitava física!

Paz em todos os Corações,
Shima.

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