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Reflexões sobre as mudanças internas



Indice no final do artigo

Albúm de Fotos aqui
 

Saudações Corações de Luz,

Esta semana começaremos uma caminhada bem diferente do que tem acontecido até agora. Espero poder contribuir com mais este trabalho de esclarecimento que compartilho com cada um de vocês... queridas almas guerreiras!

As ilustrações deste texto são parte do acervo de mais de mil fotos que a Céliah tirou nestes últimos meses, desde a sua chegada ao Brasil. Entre peregrinações, retiros e visitas a santuários, locais sagrados e regiões com pontos energéticos, fomos surpreendidos pelas imagens ao registrarmos os nossos momentos, nos lugares onde vivenciamos nossas experiências extradimensionais.

É difícil mesmo acreditar nestas fotos que ultimamente postamos em público. Não há como provar algo que está inserido em planos interdimensionais, cuja sutileza e alta vibração impedem que os olhos físicos limitados à baixa frequência possam ver. Apenas as máquinas fotográficas tem essa capacidade.

Lembro-me que em fins do ano de 2008, quando residia temporariamente no Riacho Fundo I, durante uma caminhada acompanhada por uma pessoa amiga em plena tarde, ocorreu o avistamento de uma Sonda prateada que deixava um rastro azulado. Tinha aproximadamente uns 9 metros de diâmetro e estava há uns 200 metros de altitude, pouco abaixo da rota de aterrisagem dos aviões.

O trajeto desta Sonda cobriu um tempo em que cruzou todo o céu sobre a cidade e as pessoas na rua – cerca de umas 15 pessoas -, também viram e gritaram de espanto e curiosidade. Infelizmente, logo após a passagem desta Sonda, todos voltaram às suas atividades anteriores como se nada tivesse acontecido de anormal. Foi incrível perceber como as consciências físicas ainda estão “adormecidas” quanto a esse “fenômeno Ovni”...

Então hoje, nem cogito em entrar na polêmica de debates sobre este tema que para mim é um fato consumado desde a minha adolescência. Acredito sim que cada ser investido de sua alma divina tem a capacidade e a oportunidade de vivenciar suas próprias experiências “transcendentais” e encontrar sua verdade interior. Isto é algo que não há necessidade de comprovação externa. É pessoal.

O trabalho que o meu complemento vem desenvolvendo junto ao Comando Ashtar está relacionado à divulgação destes “novos” eventos com o aparecimento de “objetos voadores não identificados” captados pelas câmaras fotográficas. É um trabalho “gratificante” para ela, pelas surpreendentes imagens que são registradas a cada tarefa que se incumbe de executar.

Não só de Sondas – naves esféricas – são as fotos tiradas, mas também uma variedade de imagens em todos os níveis de ocorrências. São as “Bolhas de Luz” (orbs, elementais, devas, anjos e seres extraterrestres), que compõem seu álbum de fotos. Naves visíveis para a máquina fotográfica e outras “invisíveis” que estão camufladas nas nuvens, cercada de Sondas, estão entre estes acervos coletados por ela, diariamente.

A intenção inicial é preparar as mentes para esta nova realidade que se torna comum no mundo inteiro, com várias fotos surgindo por todos os lados e de pessoas dignas de credibilidade. Estes acontecimentos fazem parte da preparação da nova consciência que envolve a humanidade atual. Para a maioria será apenas eventos criados pela imaginação – mesmo que saiam em fotografias – e aqueles que tentarem ligar estes fenômenos com seres extraterrestres, devem ser “internados”!

O próximo passo será com o propósito de fazer a abertura das consciências físicas e despertar o coração interno para a elevação do patamar vibratório, através da conexão com o “ser interno”, que são os Servidores do Mundo em sua missão de implantar na Terra o Plano Divino. Ninguém neste planeta pertence a este mundo terreno, mas tem suas origens cósmicas. São sementes das estrelas.

Por isso há tanta informação sobre a existência de seres extraterrestres e avistamentos divulgados pelo mundo todo, em todas as culturas e raças, cujos povos trazem consigo, no seu inconsciente, a lembrança de uma civilização de onde vieram. Muitas raças planetárias são como “náufragos espaciais” que foram confinados no planeta Terra após suas “mortes físicas” durante a guerra cósmica que desvastou vários planetas, há cerca de 25 mil anos.

Fiquei inclusive sorrindo uma vez quando na rede social da internet, um grupo ufológico postou uma destas fotos que eles mesmo tiraram e a pergunta era: “O que é isto?!” Por pouco eu não posto uma resposta óbvia: “É UFO!”

A incredulidade é tamanha que até eles e deparam com seus próprios paradigmas.

Às vezes é necessário abrir nossas mentes para produzir as “perguntas certas”, pois as respostas estão “na cara”, mas a tendência “natural” é a negação pura e simples, com justificativas impressionantes.

Certa vez, no início do ano passado postei um link e dei as coordenadas sobre um determinado local na Lua que ainda não havia sido “censurada” pela Nasa. Foi uma falha por causa do desmembramento da antiga União Soviética. A área era da Rússia e ficou esquecida lá.

A questão que apresentei foi simples... e óbvia.

A capacidade do telescópio que a Nasa utiliza para fazer a varredura na superfície dá para ver até as pegadas do primeiro homem que pisou lá (julho de 1969) e dos objetos largados por lá – incluindo os jipes -, mas é lógico que deixaram ver apenas estes locais. Todo o restante das áreas adjacentes é coberto por “mosaicos” para impedir a visão da superfície da Lua.

O que ninguém se pergunta é: Por quê esta censura? O que há na Lua que a humanidade não pode ver?

A área que descobri “por acaso” estava repleto de construções e bases extraterrestres. O óbvio do que se via foi justificado como distorções dos “pixels”, mesmo que a nitidez mostrava a realidade existente na Lua.

Um mês após esta divulgação, a Nasa censurou toda a área.

E, mesmo assim, ninguém questionou. Ficou por isso mesmo.

Outro fato interessante é sobre o Google Eart e o Sky...

Ao usar o infravermelho se vê imensas frotas de naves por quase toda a galáxia e as próprias “Bolhas de Luz” que as máquinas fotográficas captam aqui na atmosfera terrestres. A diferença é que elas foram catalogadas e numeradas como pequenos astros celestes, sem importância na astronomia. Outra pergunta que ninguém faz é porque muitas delas estão “censuradas” com mosaicos?

Até a Estação Espacial filmou muitas destas Sondas e Naves no espaço. Até aqui ninguém tentou fazer a conexão com outros eventos registrados. Há fotos e imagens que podem ser juntadas sobre um mesmo contexto e surpreender o pesquisador. Não há necessidade de buscar provas, pois elas estão circulando livremente pela internet. Falta apenas bom senso e discernimento para separar o “joio do trigo” num mundo de informações e contrainformações.

Enfim, é este o propósito do tema abordado aqui neste texto... reflexão.

A busca sincera para desvendar o que ficou oculto da humanidade é um passo importante para a elevação da nossa consciência, pois como sempre disseram nossos irmãos estelares: “Enquanto a humanidade não compreender a sua parte espiritual, não há como entender a nossa existência!”.

Assim é.

Permaneçam na Paz do Cristo!
Shima.

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