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Aos Servidores da Luz

Suas missões de vida estão ligadas diretamente ao advento do Cristo. Estejam prontos para o grande serviço de Amor e Luz!

É na rotina do nosso dia-a-dia, em nosso meio que praticamos a atitude que renova o mundo. Com pensamentos sublimes, na leveza do coração carregado de sentimentos de Amor, contagiaremos as pessoas envolvendo-as no manto sagrado da Luz. Então poderemos estar conscientes de que Servir é... doar-se aos nossos irmãos e sentir a gratidão pela vida abençoada que recebemos. O Servidor da Luz é antes, uma Alma Divina!

Deixo aqui para reflexão, a instrução de um Mestre Tibetano, cujos ensinamentos forjaram a caminhada de um peregrino ao longo dos últimos 20 anos:

"A ATITUDE SEGUINDO A AÇÃO

Qual deveria ser essa atitude?

Extremo desapaixonamento, completo auto-esquecimento e total dedicação ao próximo passo a ser dado. O servidor perfeito é aquele que faz, com o melhor de sua habilidade, aquilo que acredita ser a vontade do Mestre e o trabalho a ser feito por ele em cooperação com o plano de Deus.

Depois, havendo feito sua parte, ele prossegue na continuação de seu trabalho, sem se preocupar com o resultado de sua ação. Ele sabe que olhos mais sábios do que os seus vêem do começo ao fim; que uma percepção mais profunda e mais amorosa que a sua está pesando o fruto de seu serviço; e que um julgamento mais profundo que o seu está testando a força e a extensão da vibração iniciada e harmonizando aquela força, relacionando-a ao motivo.

Ele não sofre de orgulho pelo que tenha feito, nem indevida depressão por falta de realização. A cada instante, ele faz o melhor, e não perde tempo na contemplação retrospectiva, mas atira-se firmemente para frente, à consecução da tarefa seguinte. É próprio da natureza da involução, meditar sobre feitos passados e levar a mente de volta a realizações passadas e o servidor procura trabalhar com a lei da evolução. Isto é algo importante para se observar.

Depois da ação, o servidor sábio não dá atenção ao que seus companheiros dizem, contanto que seus superiores (sejam homens ou mulheres encarnados, ou os Próprios Grandes Seres) mostrem-se contentes ou silenciosos; não se preocupa se o resultado não é o que havia antecipado, desde que tenha feito, fielmente, o melhor possível; não se inquieta se a censura ou a repreensão o assaltam, contanto que seu eu interior permaneça calmo e sem acusá-lo; não se importa de perder amigos, parentes, filhos, a popularidade antes gozada e a aprovação de seus vizinhos, desde que seu sentido interior de contato com Aqueles que guiam, e lideram, permaneçam intacta; não se impressiona se parecer estar trabalhando nas trevas e se estiver consciente do pouco resultado de seu labor, desde que a luz interior aumente e sua consciência nada tenha a dizer."


(Texto extraído da Carta XI, 16/9/1920 - Cartas sobre Meditação Ocultista, págs. 297/8 - Alice A. Bailey)

Paz!
Shima

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