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As pedras do caminho
As pedras do caminho I
As pedras do caminho II
As pedras do caminho III

As pedras do caminho VI

Os artigos "As pedras do caminho" que foram postados no meu site do STUM, ficariam incompletos se não fosse inserido o artigo publicado em dezembro de 2006, quando me encontrava em Brasília, após uma série de dificuldades, período no qual ocorreu ameaças de uma advogada de São Paulo contra a minha pessoa, que foi testemunhada por membros da minha família, deixando-me numa situação constrangedora. Enfim, a omissão de erros ou falhas nunca fizeram parte do meu caráter. Sempre assumi a verdade, mesmo que ela fosse dolorosa para mim. Transparência de atitudes é fundamental quando se coloca em público sua vida pessoal, principalmente quando o tema relaciona-se à espiritualidade. A consciência disto acarreta a responsabilidade pelo caminho correto, não importa quantas pedradas vai levar por ser honesto e firme em suas convicções sobre a cosmoética. Importa sim, o olhar do meu Mestre e... o sorriso Dele!

Publico aqui o texto que gerou tanta polêmica na época... e devido à pressão dos leitores amigos tive que retirar dias depois, este artigo do ar no site onde publicava meus textos...


E este texto se confirmou verdadeira no decorrer dos anos!

Paz!
Shiwa


Aos queridos leitores, a minha gratidão eterna!

Aos queridos leitores,

Durante todo este tempo em que estivemos interagindo através dos artigos que publiquei neste espaço maravilhoso do Clube STUM, a minha única e exclusiva intenção foi a de compartilhar as minhas descobertas no campo da espiritualidade e do despertar da minha consciência física. E elas foram escritas tal como aconteciam, praticamente em tempo real.

Por agir desta forma recebi muitas críticas de leitores e amigos, muitos dos quais já me conheciam de longa data - 20, 30 anos de convivência - sem falar nos meus familiares. E sempre encarei estas críticas com humor e as considerei louváveis, pois vinham carregadas de considerações e respeito por minha própria pessoa. Sempre fui assim, não tenho medo de errar, pois o meu foco está constantemente centrado na busca de respostas para o dilema que é a nossa vida aqui embaixo.

Sou, antes de qualquer coisa, um pesquisador incorrigível e curioso o bastante para penetrar de forma consciente nos planos mais intangíveis da nossa experiência humana neste mundo material. E na minha lucidez procuro, com o tempo, a confirmação dos fatos desvendados, desejando com isso encontrar a minha própria verdade interior. Aquelas verdades inerentes à alma, livres das influências externas que podem nos induzir aos erros e enganos desastrosos.

Foi o que estava ocorrendo comigo.

Quando fui percebendo que poderia cair nas armadilhas que surgem durante a penosa caminhada, decidi não mais publicar os meus artigos em forma de textos que pudessem ter conotação de ensinamentos, pois não era esse o propósito dos artigos que publiquei durante todo este período. Todos os artigos - com erros ou não - foram frutos da minha própria vivência e experiência, sendo lições maravilhosas, surpreendentes e agora, como revelo neste artigo, parte deles conseqüência de uma grande falta de discernimento e por excesso de confiança naqueles em quem depositei a minha fé.

Desde que pressenti que poderia ocorrer esta falha, mudei os títulos dos meus artigos para "Minhas reflexões", pois assim tudo o que viesse a escrever dali em diante, ficaria restrito à minha pessoa e como resultado dos meus pensamentos e análises. Esta foi uma decisão acertada porque acabei cometendo o erro infantil de escrever textos que necessitavam de tempo para maturação e profundas reflexões, pois no campo da espiritualidade há muitos caminhos e alguns são encobertos por mentiras e enganações tão sutis que pegam os incautos. A ética e a moral passam a inexistir e o mais importante são interesses mesquinhos e duvidosos.

Não desejo com este artigo levantar polêmicas em torno de um tema tão maravilhoso quanto o autoconhecimento - uma busca incansável de todo ser humano - mas expressar aqui a minha decepção e desencanto com certos aspectos dos quais sempre procurei me manter distante, mas que de forma ingênua acabei me envolvendo, o que causou danos profundos na minha vida pessoal - inclusive legais e possivelmente judiciais - e também na minha integridade física. Embora este acontecimento seja lamentável, procuro encarar como um novo aprendizado e uma grande lição de vida. Assim é o mundo das dores e sofrimentos e é através da quebra das ilusões que conseguimos avançar passo a passo nesta longa caminhada através dos tempos.

Fica aqui registrado a minha profunda e eterna gratidão a todos aqueles que me acompanharam até este artigo que estou publicando hoje, pois estou encerrando as minhas atividades este ano dentro do Clube Stum para me recolher - espiritualmente falando - e cuidar de refazer a minha vida de forma mais equilibrada e cuidadosa daqui para a frente. Mantenho os meus pés fincados na terra, mas a minha alma flutua com a leveza da brisa de verão. A busca continua ininterrupta. É a minha sina. Eu sou feliz assim!

Permaneçam na Luz do Pai e sejam sempre o Amor!

Beijos carinhosos em seus corações!

Shima

 16.12.2006

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