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As pedras do caminho 

As pedras do caminho II
As pedras do caminho III

As pedras no caminho IV
A Carta Polémica 2006
O Universo Responde

 A Fraternidade Negra

Muitos dos meus artigos que já foram publicados no site do Clube Stum se perderam porque foram “deletados” uns anos atrás. Alguns foram possíveis recuperar, outros se perderam mesmo. Daqueles que encontrei perdidos pela internet, a maioria precisou passar por uma triagem rigorosa, pois muitos foram alterados e estavam em nome de outros autores. Incrível como isso aconteceu, mas aconteceu.

O objetivo hoje é recuperar parte do material que foi redigido quando ainda vivia no Japão, porque até aquele momento tudo o que havia escrito estava sob a vigilância do meu mentor espiritual. A partir de uns meses antes do meu retorno ao Brasil em 2006, começou uma série de interferências no trabalho que vinha fazendo até então. De forma inocente, fui envolvido num emaranhado de situações que comprometeram tudo o que devia ter sido feito na época.

Em fins do ano de 2005 fui alertado pelo meu mentor espiritual que iria passar pela fase mais difícil e complicada do meu desenvolvimento espiritual, pelo fato de ter alcançado o despertar da consciência (ocorrido em fevereiro de 2004). Seria uma forma de testar a minha capacidade de manter o “estado consciente”, quando fosse mergulhado novamente na penumbra da densidade física, de baixas frequências.

Isto tudo teria um propósito maior no fim do processo a que seria submetido.

Naquele tempo, após o despertar da minha Kundalini em maio de 2005, começou a ocorrer fatos “estranhos” que me intrigaram muito. Devido a estar totalmente envolvido no meu processo de interiorização, não pude evitar que pessoas amigas, de minha confiança, entrassem nas minhas frequências vibratórias – falarei de como isso ocorre em outro artigo -, e causassem danos e até interferências no meu trabalho. Digo trabalho porque só se podem atuar externamente, influenciando e, nunca de forma interna.

Da mesma maneira que nas salas de aula, o professor ou instrutor não pode dizer quais serão os tópicos das questões das provas, o mesmo ocorre durante os testes que vivenciamos em nossa iniciação espiritual. Estas são mais duras e rigorosas, pois serão práticas vivenciadas na “própria pele”, durante um longo tempo. São sete etapas subdividas cada uma, em sete subdivisões. Para mim, foram sete longos anos e sete processos menores ocorridos em setes meses nos ciclos de luas cheias. E sem que eu soubesse, a prova havia começado em outubro de 2004.

Antes mesmo de começar o processo, passei por uma cirurgia “espiritual” em agosto daquele ano e fiquei durante 14 dias de cama, sofrendo as mais dilacerantes dores no lado direito do meu cérebro. Além das “intervenções cirúrgicas”, ocorriam várias “descargas elétricas” no meu corpo com tanta frequência que acreditava que ia desencarnar. No fim de duas semanas, o meu corpo jamais seria o mesmo. Estava mais “leve” e, quando eu andava pelas ruas, parecia “flutuar”.

Para um homem comum em carne e osso, eu me sentia vivenciando uma situação “bizarra” e até absurda. Tudo era incompreensível e fantástico demais. Mas o meu discernimento, adquirido durante mais de trinta anos de busca e pesquisa no campo da espiritualidade, dizia sempre que naquele momento eu estava obtendo a resposta que sempre procurei a vida toda. E cada descoberta surpreendia cada vez mais, quebrando um a um, todos os paradigmas que existia até então.

Os meus encontros com o meu mentor espiritual prosseguia normalmente, sempre recebendo instruções, orientações e esclarecimentos. Já em março de 2005, acontece outro fato desconcertante para mim, pois não tinha o conhecimento real sobre o que ocorria comigo. Era apenas mais um leigo sobre o assunto. Haviam despertado a minha Kundalini. Quase entrei em pânico, pois era uma energia tão poderosa que mexia totalmente com o meu corpo físico, causando sérios transtornos durante a minha rotina diária, tanto pessoal quanto no trabalho.

Foi no fim de 3 semanas – conduzido pelo meu mentor espiritual - que consegui controlar esta energia e absorver todo o seu funcionamento, aprendendo a lidar com ela de forma consciente, podendo então direcioná-la sempre que necessário, da forma correta. No mês de maio seguinte, fui orientado para ir a Okinawa, durante o feriadão, e foi na estadia nesta ilha que passei por uma série de experiências maravilhosas. Foram inesquecíveis os acontecimentos daqueles dias.

Logo na primeira noite, durante a minha projeção, encontrei os “velhos companheiros”, que são os cientistas das naves-laboratórios que trabalham pelo mundo inteiro, instruindo e ativando os “implantes energéticos” que todos os voluntários do Comando receberam antes de encarnarem num corpo físico. Permitiram-me que acompanhassem os trabalhos deles com um grupo de jovens europeus, que já estavam reunidos, sentados numa clareira, mas que permaneciam semi-inconscientes. Estavam ali, projetados nos seus corpos astrais.

Foram esses cientistas que, durante os 14 dias, fizeram o trabalho no meu cérebro.

A ilha de Okinawa é um dos pontos mais antigos do planeta Terra, que ainda preserva alguns lugares sagrados perdidos no tempo e na história. Esta ilha pertence ao que restou da antiga civilização lemuriana, a primeira raça humana da terceira dimensão física. Entre os testes que tive que passar, dois deles ocorreram num morro e numa montanha e uma terceira prova, numa gruta. Cada fase foi uma experiência única. A orientação que recebia sempre era de observar, sentir e me conscientizar.

Na montanha ao norte de Okinawa, vivenciei o que era ser um corpo de pura luz. Foi um momento de transfiguração inarrável. Só assim compreendi o que realmente, era um corpo de luz. Noutro dia, tive que descobrir qual era o morro sagrado que mandaram procurar. Tinha apenas a imagem dela na minha mente e mais nada. Por pura intuição encontrei-a, através de uma foto num folheto turístico, quando reconheci uma figura familiar. Ficava bem no sudeste da ilha e não constava no mapa da região.

Neste local - o mais sagrado de toda a ilha -, recebi uma revelação que me surpreendeu e ainda fui orientado a ativar um portal naquele local. O trabalho foi lindo e pude assistir antigos seres desencarnados daquele lugar, indo embora através da abertura do campo energético. Os dias que se seguiram foram mais tranquilos, e até o fim da minha permanência na ilha, foram feitas diversas experiências com a minha visão interior, a principal delas, na gruta onde estavam registradas informações – registro akáshico - sobre o passado da ilha de Okinawa.


Em amor e luz,
Paz em Cristo!
Shima.
Namastê.

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