0



Projeção Astral 1ª Parte
Projeção Astral 3ª Parte

Projeção Astral 4ª Parte
Projeção Astral 5ª Parte

Apesar de tudo não perdi os "dons" que possuía. O nível da minha clarividência permanecia inalterável, somente que passei a ficar calado e não me abrir muito sobre o que eu via. As visões sobre o futuro continuam sempre presentes no meu cotidiano e muitos amigos e colegas, já não duvidavam mais quando eu os alertava sobre fatos que iam ocorrer na vida deles. Aconteciam. O meu lado intuitivo estava sempre ativo, fazia parte de mim mesmo de uma forma bem natural.

E foi assim que segui o meu caminho dali em diante, afastado das minhas pesquisas e me sentindo contrariado em tantas ocasiões, quando via meus livros sendo rasgados e jogados no lixo. Durante muito tempo aguentei tudo em silêncio até que aos 28 anos de idade, tive uma das mais lindas visões da minha vida. Eu poderia realizar os meus sonhos e ideais, mas teria que "pagar" um preço muito alto. E naquela época, isso me causou uma das maiores dores na alma. Mas eu tinha uma escolha. E, escolhi viver o meu sonho.

Desde a época dos meus 18 anos, eu vinha deixando um rastro de conquistas e perdas incríveis. Nada dava certo no final. Após anos de labuta, construindo uma vida melhor no lado profissional e empresarial, chegava ao ponto de ter sucesso e, quando era para usufruir os frutos do meu trabalho, vinha um terremoto e devastava tudo. Simplesmente me tiravam aquilo que havia feito com muito amor e carinho. Eram perdas desoladoras que me entristeciam muito. Mas apesar de tudo, eu seguia em frente.

E foi nesta caminhada que acabei indo para o Japão. Depois de muitos problemas em Brasília, surgiu outro no Japão. O meu pai estava doente e, a minha família me incumbiu de ir até lá busca-lo. Fui. Nunca imaginei o que me esperava do outro lado do planeta. O foco da minha viagem para aquele país nunca fora fazer um "pé de meia", pelo contrário. As circunstâncias ocorriam de uma forma que não tinha como fugir delas. Eram compromissos atrás de compromissos que surgiam um atrás do outro e que acabaram por me "prender" no Japão. Se era para ficar apenas 6 meses lá, permaneci por quase 16 anos.

O "cara" que um dia havia saído de Brasília de uma forma, voltava anos depois de outro jeito, totalmente transformado, que nada mais tinha a ver com aquela personalidade anterior. Era um paradigma que só! No Japão, tive as mais lindas e maravilhosas descobertas no campo da espiritualidade humana e foi em Okinawa que desvendei todo o meu passado, a minha história neste planeta chamado Terra. Uma história - parte dela revelada por Ramatís - que ultrapassa milhões e milhões de anos.

E, também, foi ali naquele país do sol nascente cuja energia é carregada de pura espiritualidade que aprendi a fazer diversas formas de projeções de consciência, na companhia de um mestre daquele país, que havia desencarnado pouco antes do meu nascimento nesta vida atual.

Foram tantas experiências vivenciadas de forma consciente e lúcida. Sempre dentro deste contexto. Estava lá para um aprendizado intenso. Quando escalei aquele monte sagrado, o Fujisan, não imaginava naquela época que ali, bem acima da boca do vulcão havia um imenso templo dourado e violeta, que anos depois fui informado que era do segundo e do sétimo raio. Foi neste templo que recebi as primeiras iniciações no Japão, projetado no corpo astral.

Logo após o evento do meu despertar da consciência física, que as minhas projeções se intensificaram e tornaram-se diárias, fazendo parte do meu cotidiano. E estava nesta rotina quando o comandante Ashtar me "convocou" para fazer parte das operações de resgates. A partir daí não parei mais. Até hoje, quando há necessidade de um trabalho do "outro lado", lá estou eu, trabalhando. E considero o mais lindo aprendizado no campo da espiritualidade. A participação consciente nos trabalhos interdimensionais.

De tudo já aconteceu no plano astral. Até batalhas que já foram travadas lá eu participei. Nos últimos anos, tem havido tanto trabalho do lado de lá, que às vezes mesmo trabalhando no plano físico, saía para atuar no astral, mantendo as duas consciências de forma lúcida. Até meus colegas de trabalho, viviam perguntando o que estava acontecendo comigo, porque sempre me achavam estranho quando eu estava projetado. Como não entendiam o que ocorria, eu ficava em silêncio.

Ultrapassar os limites da terceira dimensão que é composta destes quatro mundos inferiores - o físico, o astral, o mental inferior e o etérico -, foi outro acontecimento surpreendente. Não há limites, pois o universo é infinito e a capacidade de avançar para outras dimensões vai depender muito da aceitação e do fato se se acostumar a acreditar na grande realidade que há vida fora da terceira dimensão. E uma vida abundante e uma sociedade cósmica impressionante.

As histórias das minhas experiências sobre a projeção, acumuladas durante décadas, não podem ser resumidas neste pequeno espaço, nos artigos que escrevo, porque seriam impossíveis de descrever em detalhes essas maravilhosas vivências, das quais mantenho apenas na minha memória, como um arquivo vivo. E como se diz no ocultismo: "Quanto maior o conhecimento, maior a responsabilidade!". E, assim é.


Paz, 
Shima

Postar um comentário

 
Top